No ano passado, foram 63 notificações, com três confirmações e um óbito associado. O cenário reforça a necessidade de atenção, especialmente em áreas onde há presença do inseto transmissor, conhecido como barbeiro.
Embora a transmissão pelo inseto seja a forma mais conhecida, atualmente parte dos casos está relacionada ao consumo de alimentos contaminados. Entre os principais riscos estão produtos como juçara, açaí e caldo de cana preparados sem os devidos cuidados sanitários.
Outra forma de transmissão que exige atenção é a de mãe para filho durante a gestação, o que torna o acompanhamento pré-natal fundamental para a identificação precoce da doença.
As ações de enfrentamento incluem monitoramento de casos suspeitos, investigação de possíveis surtos, controle do inseto transmissor e orientação à população. Também são realizadas atividades educativas e acompanhamento de pacientes diagnosticados, especialmente na fase crônica da doença.
A recomendação é que pessoas com sintomas como febre prolongada, mal-estar, inchaço no rosto ou sinais cardíacos e digestivos persistentes procurem atendimento médico. O diagnóstico precoce é essencial para aumentar as chances de tratamento eficaz e reduzir o risco de complicações.
